Anjos do Inferno

O grupo carioca teve diversas formações ao longo de quase 30 anos, mas mesmo assim conseguiu criar uma identidade sonora típica, devida principalmente ao piston. O nome veio como ironia à orquestra Diabos do Céu, dirigida por Pixinguinha e muito popular nos anos 30. O auge da carreira dos Anjos do Inferno foi nos anos 40, na época de ouro do rádio. Foram contratados pelas principais emissoras de rádio do Brasil, tocaram em cassinos e gravaram diversos sucessos de carnaval, como "Brasil Pandeiro" (Assis Valente), "Nega do Cabelo Duro" (R. Soares/ D. Nasser) e "Bolinha de Papel" (Geraldo Pereira). O conjunto excursionou pela América Latina e Estados Unidos, onde tocou com Carmen Miranda. Entre seus integrantes destacaram-se o vocalista Leo Vilar, Roberto Medeiros (violão), Nanai (violão), Russinho e Miltinho (pandeiros), Harry Vasco de Almeida (piston).
 
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